“Remédios mais caros: reajuste de até 3,81%”
Por Mendes Aguiar - São Carlos/SP, 31 de março de 2026
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A partir de 1º de abril de 2026, os preços dos medicamentos no Brasil passam por reajuste autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão ligado à Anvisa. O aumento médio será de 1,95%, com teto máximo de 3,81%, variando conforme o nível de concorrência entre fabricantes.
Percentuais definidos
Até 3,81%: medicamentos com maior concorrência (como genéricos).
Até 2,47%: medicamentos de concorrência intermediária.
Até 1,13%: medicamentos de baixa concorrência.
Média ponderada: cerca de 1,95%, abaixo da inflação acumulada
Impacto para o consumidor
O reajuste não é automático: cada farmácia decide se aplica ou não, dentro dos limites estabelecidos pela CMED. Isso significa que os preços podem variar entre estabelecimentos e o impacto será sentido gradualmente, conforme os estoques forem renovados. Medicamentos de uso contínuo e genéricos, por estarem na faixa de maior concorrência, tendem a ter reajuste mais perceptível.
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